sábado, 7 de setembro de 2013

Como é bom dormir de conchinha



Ola meus queridos(as)

Estou ficando mau acostumada, ou me acostumando novamente com a sua presença. Até sentir saudades dele é bom... E ontem percebi que nem tudo é preto no branco. Era seu dia de folga depois de trabalhar 10 dias corridos, de manhã reunião, depois levar o I. no pediatra (consulta de rotina, o bicho esta crescendo; 12,6 kg! Não é a toa que minhas costas estam doendo...), nos encontramos e fomos almoçar preguiçosamente a tarde; o dia estava lindo, aquele céu azul, solzinho, nem calor demais nem frio demais.

Voltamos juntos para casa, precisava liberar a babá também. O I. ficou todo empolgado quando o viu, papai pra cá, papai para lá. Começamos a assistir o Kung Fu Panda (pois é, todo dia é esse panda agora) no quarto; o Caiçara dormiu, apagou. E o I. pulando em cima dele, enfiando pipoca na boca dele fazendo de tudo para chamar a sua atençao; e ele capotado. Fiquei vendo aquela cena e entristeci, puxa,  meu filho vê o pai tão pouco, hoje ele esta aqui mas DORMINDO! Depois de algumas horas ele acordou, colocou o pijama no I., deu o mamá e colocou ele no berço. Fui tomar banho, e sai do chuveiro "outra"pessoa, ele percebeu e perguntou se estava tudo bem. Momento crucial: guardo para mim o que estava me incomodando ou falo, falei né? Ele simplesmente começou a chorar, pedir um milhão de desculpas e se sentir um lixo... quando ele se acalmou e conversamos, entendi um pouco melhor como EU continuo com alguns padrões de comportamento, eu só vejo o que eu quero. Eu não vi que ele esta em Sampa a menos de um mês, tentando se adaptar a correria da cidade, estava a 10 dias sem folga e simplesmente exausto, o corpo cansado; relaxou e dormiu; só isso. O que eu vi, um pai negligente que preferiu dormir ao invés de dar atenção ao seu filho.

Não resisti, convidei ele à ficar a noite... ele cozinhou para mim uma janta maravilhosa (como sempre, ele cozinha muito bem MESMO, algumas coisas não mudam - que bom), e adormeci nos seus braços. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

É tudo manipulação?


Ola meus queridos(as)

É tudo manipulação? É claro que é... Temos algumas definições: condicionar, influenciar, geralmente em proveito próprio.  Se você fosse uma ilha não teria adquirido esses "skills" digamos assim, mas como vivemos em sociedade, você desenvolve esses mecanismos; pois interagimos com o outro em todos os níveis sociais, da esfera profissional a mais íntima familiar. Quantas vezes não influenciei uma decisão de trabalho puxando a sardinha para o meu lado? Quantas vezes não influenciei uma decisão familiar de viagem de férias porque eu queria ir para o Camboja visitar Angkor Wat e não ficar tomando sol em Aruba (não que não seja bom também!) A vida em sociedade requer esse aprendizado, você esta sempre negociando. Meu filho de 2 anos já faz isso direitinho! Mas temos trauma dessa palavra, manipular porque nos sentimos usadas! Então vamos trocar por influenciar... dá na mesma!

Outra definição de manipulação: adulterar, falsificar... Pois é, ai a coisa complica e fica "amoral" digamos assim. Você adultera a verdade, falsifica suas reais intenções para conseguir o que quer de uma forma desleal, enrola a pessoa na sua teia desrespeitando seus sentimentos. Utiliza todo seu "poder" de manipulação para fazer o outro de marionete e conseguir o que quer. Se você me contar uma estória triste que foi roubado e precisa de $3 reais para pegar um metrô e chegar em casa, vou ficar feliz em poder lhe dar... mas se eu souber que você pegou aqueles míseros $3 reais e comprou uma dose de pinga na padaria vou ficar puta! Vou me sentir usada, traída, sacaneada e por ai vai! Alias, só fazendo um adendo, outro dia um cara na rua veio me pedir um trocado, e foi honestíssimo, direto e reto; era para comprar uma pinga. Olha, por mais maluco que seja, dei umas moedas e um panfleto do AA para ele (pronto agora metade de vocês ficaram chocadas que eu contribui para a adicção do sujeito, se não fosse eu seria outro, e pelo menos ele levou o panfleto do AA junto)! 

O Caiçara é um manipulador (nas duas definições) nato! Mas aos poucos, a segunda definição de manipulação vêm diminuindo, porque ele esta matando um leão a cada dia? Porque ele teve o tão famoso despertar espitirual? Porque ele percebeu que não funciona mais (pelo menos comigo)? Sei lá... qual a razão. OU talvez porque eu não passo mais metade do meu tempo pensando se ele esta me "manipulando" ou não. 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Universidade Nar-Anon


Ola meus querido(as)

Ontem, na sala (reunião do Nar-Anon) simplesmente senti trilhões de sentimentos... eles simplesmente foram me invadindo (e eu lá coordenado da melhor forma possível, ainda mais depois do "ringe"da semana passada; confesso que abri a sala pensando, e se as duas companheiras vierem e se engalfinarem de novo? Nem uma nem outra apareceu....pena). Como uma companheira sugeriu, liguei para a duas (uma foi muito receptiva a outra, nem tanto); enfim não vou marretar ninguém, apenas acolher quando o momento chegar. 

Coisas acontecem nas salas, que nem eu (com toda minha lógica e conhecimento do programa compreenda, entenda "conhecimento" do programa não "graduada"- se é que alguém se forma nos 12 passos pois o crescimento nunca acaba, por isso chama crescimento/envelhecimento...). O Nar-Anon não é um programa acadêmico de 5 anos, que você conclui e sai com seu diploma, longe disso! Quase parece uma universidade (da vida) que só acaba quando sua vida acaba. Uma vez que os passos são caminhados, as tradições abraçadas, os conceitos (de serviço) incorporados, você volta e volta e volta pois sempre revisita novamente todos eles, e re-apreedende! Pode, num primeiro momento, parecer a mesma aula que você já frequentou mas algo sempre muda, porque você mudou! Sua compreensão, da mesma lição que leu e estudou um ano atrás, não é a mesma de hoje! Crescimento!

Confesso, sou uma pessoa cética, sempre fui e ainda sou mas ontem senti algo único, uma união inexplicável, com o outro, com o todo, com o universo e, porque não, comigo mesma! E a lição que li a mais de um ano atrás (quando ingressei na irmandade), ontem, mesmo sendo as mesmas palavras tiveram um significado muito diferente! 

Apenas agradeço por essa escola (tento ser uma boa aluna), minhas companheiras amadas e essa força que me guia (ele sabe para onde vamos...eu não, mas entreguei no 3 passo faz um tempinho), meu fofo amado e sarcástico PS!

E se você fosse viciado em alface?


Ola meus queridos(as)

Um dia você descobre o alface, e gosta de alface. Torna-se sua salada preferida, no começo junto com um tomatinho, uma cenoura ralada, uma cebola para disfarçar... mas o seu negócio é o alface mesmo! É bom, é saudável; e você feliz da vida com a nova descoberta, como é bom comer alface! Aos poucos, você quase não come mais o agrião, o espinafre (nem lembra mais como é gostoso com ovo), aquela couve refoga é coisa do passado! E se envereda pelo universo alface, vai descobrindo que ama a americana quando esta bem suculenta, a crespa roxa é melhor no inverno (apessar de ser uma fortuna) e a lisa quebra um galho; e depois que experimentou aquele hidropônico então, só ele agora! Dirigi kilômetros em busca do mais fresquinho, e virou amiga de metade dos feirantes do CEASA. Quem foi o gênio que inventou o alface hidropônico? Preciso dar meus parabéns...

Com o tempo é alface no almoço, na janta e escalou, no café da manhã! O resto das pessoas começam a achar você um pouco excêntrica, meio maluca mas poxa, alface é super saudável né? Faz bem... Só escolhe restaurantes com os melhores alfaces, e já chegou a andar com um pé na bolsa (vai que... não tem alface né?).

Brincadeiras a parte meus queridos, não é o objeto do seu "vício" que é relevante, mas o comportamento obsessivo/compulsivo! É como se você passasse metade do seu dia comendo alface e a outra metade pensando nele... é saudável? O alface em si, até pode ser, mas o seu comportamento, a sua relação com ele não é. Todos nós, pessoas, desenvolvemos em algum momento, por algum motivo alguma relação com algo ou alguém não saudável... e como é difícil quebrar esse ciclo! As vezes, e sem muito sucesso, esse ciclo é quebrado por fatores externos (você só come alface e esta desnutrida e colocam uma sonda gástrica para você se alimentar), apenas uma medida paliativa que resolve o aqui, agora já...mas e o lá, amanhã, depois? O ciclo precisa ser quebrado de dentro para fora. 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O "irmão" e o Hare


Ola meus querido(as)

Será que estou criando anti-corpos religiosos? Hoje mesmo, estava resolvendo umas coisas por ai, andando na rua e lá vem aquela pessoa caracterizada de "irmão", com aquela camisa de manga longa de 1950 que algum dia foi branca, aquela bíblia surrada em baixo do braço, um monte de panfleto na mão caminhando em minha direção. Já sabia que seria abordada, eu devo ter um imã, então rapidamente acelerei o passo na tentativa de entrar na padaria da esquina...mas ele foi mais rápido! Irmã, eu vim trazer a palavra de Jesus (já enfiando aquele papel na minha mão). Contei até 10 e disse: o senhor me desculpe mas eu estou atrasada, morrendo de presa. Claro que ele não se contentou em simplesmente me entregar seu panfleto e continuar andando e respondeu: Com pressa? Você não tem tempo para escutar a palavra de Deus? Ele esta falando com você AGORA!

Olha, não teve oração da serenidade, passos, nada! Confesso que simplesmente explodi! Para começo de conversa só tenho uma irmã, NÃO sou sua irmã e estou falando com um idiota fanático e não com Deus. Mandei ele enfiar a sua prepotência e falta de respeito no cú,  estava quase arrancando a bíblia da mão dele para rasgar (consegui uma meia dúzia de páginas) ele me chamando de Jezebel, quando do nada, uma mão pousa no meu ombro e diz: Calma menina, esse senhor esta te incomodando? Aquela voz trouxe minha sanidade de volta, olhei para trás e vi um homem com a cabeça raspada (só aquele rabinho), vestido com uma túnica laranja e um cordão de contas no pescoço; sem sombra de dúvidas um hare krishna! Quando olhei para ele, me acalmei num passo de mágica e já não queria mais estrangular o "irmão", que assim que conseguiu resgatar sua bíblia saindo correndo horrorizado como se tivesse visto o demônio (este vai pensar duas vezes antes de incomodar alguém na rua). Que cena patética. 

O hare é um "monge" com um nome impronunciável (algo como brumapupta), nasceu no Brasil mas mora na Índia a muitos anos, e esta aqui para implementar um programa chamado Food for Life. Meu conhecimento das seitas védicas é tendendo a zero, mas ouvi falar deste programa que distribui gratuitamente comida vegetariana (óbvio) para comunidades carentes. Iniciou na Índia, pelo fundador do movimento Hare (também com um nome impossível de pronunciar), opa, ajuda wikipedia: O programa "Food for Life" foi criado por Srila Prabhupada em Mayapur no ano de 1974, depois de ter visto as crianças disputando comida com os cães, nas ruas da aldeia. Srila Prabhupada então declarou: "Ninguém deve passar fome num raio de 10 milhas de nossos templos".

Fomos tomar um café (ele água), conversamos das suas andanças pelo mundo, da falta de espiritualidade, quanta gente passa fome neste planeta, da sua terceira iniciação (celibato vitalício) , nos despedimos e ganhei um livro de presente e um CD com uns mantras! Gente, que manhã mais maluca! Um evangélico fanático e um monge hare krishna! 

Mas a pergunta é: tanto um quanto outro são fanáticos nas suas crenças (quase extremos opostos, mas extremos) e porque fui totalmente intolerante com um e com o outro fui tomar um café? Claro que o hare não me abordou no meio da rua com sua prepotência religiosa, pregando SUAS verdades sendo desrespeitoso e intolerante na sua ignorância, pelo contrário, foi apaziguador, compreensivo e não tentou me iniciar ou me convencer da SUA verdade... Também não temos nenhum deputado hare que queira impedir o casamento homossexual, muito menos implantar a cura gay. Também não temos templo hares aonde o "fiel" deixa seu caro em troca do lugar no céu. Também não temos pastores hares pregando o inferno e por ai vai. É... acho que é isso, por mais malucos que eles sejam, os hares tem sua filosofia de vida e não incomodam nada nem ninguém, e acima disso, fazem um reconhecido trabalho assistencial mundial (o programa Food for Life está em dezenas de países). Da próxima vez que encontrar um hare vendendo incenso por ai, eu compro! 

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Divisor de águas


Ola meus queridos(as)

Impressionante como as coisas NÃO funcionam neste país, elas sempre foram assim e eu não sabia ou fiquei mau acostumada mesmo? Depois de passar um quarto do dia brigando com o pessoal da internet, mais um quarto com o correio que simplesmente não localiza um SEDEX importantíssimo de trabalho, mais um quarto discutindo com o banco por uma cobrança indevida... ao invés de matar alguém, peguei o um quarto do dia que faltava e levei o I. para se entupir de batata frita e plástico no M da felicidade com direito a relógio de sapo de brinde (como ele adora essas coisas)! Comprei uma cerveja, coloquei ele no berço e sobrevivi!

Porém gostaria de escrever sobre algo um pouco mais sério, e que escutei do próprio Caiçara (não com a clareza que tentarei expor aqui). Uma figura (do AE), pai, bagagem imensa em dependência química posta uns vídeos, alias o chá do játobão é dele; algumas de nós o conhecem e BEM! Os adictos em geral foram criados, tiveram uma infância que se enquadram dentro destas 4 categorias de família (segundo ele): o assistencialismo exagero, super proteção, família disfuncional e a dependência psicológica (como esta no youtube, deve ser público né? Procure, o nome é Chico Saldão). Quem sou eu para discordar, mas acho que faltou mais uma categoria ai: a família opressora, que poda os sonhos dos filhos (achando que estam fazendo o melhor)...

Foi mais ou menos isso que aconteceu com o Caiçara, e na nossa longa conversa ontem no almoço depois de uma manhã brincando com o Iago, o que eu suspeitava se concretizou. Até os seus 16 anos ele viveu para o judô, amava de paixão, treinava mil horas por dia, corria 10 Km na praia, era dedicado e era bom, tão bom ao ponto de ser convidado a ir estudar judô, com uma bolsa no Japão. Na sua troca de faixa mais importante (a preta), não tinha ninguém, alias nunca teve ninguém, nem pai nem mãe... enquanto os outros alunos tinham a torcida do Palmeiras inteira, com direito à pais orgulhos, avó e papagaio na platéia. Mesmos depois de todos esses anos literalmente detonando seu corpo, os traço de uma juventude saudável estam lá, os músculos delineados, aquela barriga pseudo-tanquinho...Ele foi um atleta! Sonhava alto, algumas pessoas que lutaram com ele na época hoje estam na seleção brasileira (e isso dói nele demais, saber que ele também poderia estar lá hoje). 

Ele era menor de idade, os pais precisavam assinar para que ele fosse para o Japão correr atrás do seu sonho... o pai, é meus amigos, que viveu para igreja a vida inteira de acordo com os "ensinamentos de Cristo" não soube amar seu próprio filho, podou seu sonho, tirou dele a coisa que o deixava mais feliz e disse um sonoro NÃO, esporte é coisa de filhinho de papai e vai pegar aquele saco de cimento! No esperança que a mãe assina-se o documento coreu para ela, o que a nossa mulher evangélica temente a Deus e ao marido com um cabelo chegando na bunda fez, PORRA nenhuma. Se seu pai é contra, eu também sou... Olha, eu não sei aonde essas pessoas estam hoje (bom em baixo da terra porque morreram) mas é muito karma, e muita reincarnação pela frente! E não teve Sansei convencendo-os do contrário...

Esse foi o divisor de águas, começou a beber, descobriu a maconha e o resto da estória a gente conhece de cor e salteado. E largou o seu sonho, podado na sua juventude... nunca mais voltou a colocar um quimono na vida e até hoje chora quando vê as lutas de judô na TV. Troféu joinha para a família! Mais uma lição, o que NÃO fazer com o meu filho!!!!!!! 



Novela mexicana


Ola meus queridos(as)

Brasileiro assisti novela demais... adora um dramalhão, sentimentos a flor da pele, paixões avassaladoras e um final feliz. Culturalmente somos bem diferentes dos americanos por exemplo, temos aquela impressão que eles são "frios"e reservados, na verdade eles são um pouco mais racionais e práticos do que nós. Até as relações familiares, claro que eles amam seus filhos também, mas estimulam e almejam a independência deles... é muito comum os filhos saírem da casa dos pais muito cedo (para os nosso padrões). Aqui, você faz trinta anos esta de casamento marcado e a sua mãe pede que vocês morem com eles no puxadinho que ela vai constuir! Ou vai tentar convencer você a morar na casa do lado que esta para alugar! Viagem né? 

Claro que cada família tem a sua dinâmica, mas adoramos aniversários, natais, formaturas... primeiro porque quem é que não gosta de festa? Segundo, junta todo mundo, o primo do Mato Grosso, a tia de Manaus, a irmã do Paraná, o tio-avô de Minas e por ai vai, e é aquele zoológico (inclusive aquele parente distante o  "tio" primo de quinto grau que todo mundo tem certeza que é da família sim!). Todo mundo briga, todo mundo faz as pazes... todo mundo adora dar palpite na vida da filha da tia porque fez uma tatuagem ou resolveu estudar antropologia (isso não dá dinheiro minha filha e tatuagem é coisa de presidiário, aonde já se viu!). É hilário... engraçado como essas relações cosanguíneas são tão enraizadas dentro de nós. Você não suporta aquele chato folgado do seu primo, mas se ele ligar (não nem isso), se ele simplesmente aparecer na porta da sua casa dizendo que veio passar uns "dias" você faz aquela cara de paisagem e diz: que maravilha! E depois que ele for embora (ou expulso mesmo pois "dias" viraram "semanas") você liga para sua mãe e reclama que ele comeu a sua geladeira e fico dias sem tomar banho, e na próxima reunião de família, sua tia vai tomar satisfação com você porque chamou o seu filho de porco! Que maravilha!

E quando tem divórcio então? Prato cheio! Você vai estar nas últimas "notícias" da família por um bom tempo, será motivo de especulações e dará vazão a inúmeras teorias (será que ele tinha uma amante; ouvi dizer que as coisas "na cama" não estavam bem desde do Natal passado; eu falei que esse negócio de trabalhar e estudar a noite não ia dar certo; o que será das crianças meus Deus! e blablabla). Olha, é assunto para vários capítulos da novela!