quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Não minta


Ola meus queridos(as)

Resolvi escrever hoje sobre algo de primordial importância. Antes de mais nada, não sou psicóloga, não sou pedagoga e não tenho nenhuma educação formal em comportamento infantil (só a prática mesmo de mãe do pequeno I. de 5 anos). Pelo contrário, humanas não é a minha área, sei derivar a equação de vorticidade de olhos fechados mas não entendo gente... é caos. Mas entendo da importância de educar e amar um filho.

Se o pai do seu filho é um adicto, ou um pai ausente, ou um pai zero a esquerda, não envolva seu filho nisso; principalmente se ele for pequeno e ainda não tiver ferramentas para absorver esses conceitos. Com o tempo, eles vão crescer e desenvolver sua própria relação com esse "pai". Nem quando você estiver explodindo de raiva porque mais uma vez o "pai" não apareceu para levá-lo no cinema, não deixei espirrar na criança. Ao contrário, explique MAS não minta. Nunca minta para o seu filho! Claro que cada faixa etária deve ser abordada dentro da sua compreensão, resumindo, o que a cabecinha do pequeno conseguir processar sem subestimar sua inteligência.

Não invente estórias mirabolantes, seja direto e objetivo. Não quebre a confiança que seu filho tem em você, por mais que queira protegê-lo. Lembre como você se sente cada vez que alguém querido mente (ou omite a verdade, os adictos adoram usar essa frase).

Ame muito seu pequeno, ensine, cuide, não o envolva nos seus problemas e NUNCA minta para ele. Crie um laço de respeito e honestidade que durará toda a vida!




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